terça-feira, 2 de junho de 2020


TEORIA “COISA” DA NATUREZA?
A célebre frase “O homem é o lobo do homem”, "homo homini lupus", frase do dramaturgo romano Plautus, (254-184 a.C.) embora continue, infelizmente, verdadeira tem uma nova versão: o homem é o vírus do homem. Se sabíamos já que cada humano pode albergar em si um assassino latente, ideia que causa perplexidade, porque repugnante e transpõe a fronteira moral, hoje já não restam dúvidas da potencial letalidade que encerra qualquer humano portador do mais moderno e potente vírus. Pode, numa conjuntura negra, apenas pela sua existência e proximidade, contagiar e, assim, eventualmente “assassinar” pai, mãe, filho, uma família inteira, antes de se “suicidar” involuntariamente, e tudo isto numa ignorância própria de uma humanidade que tudo sabe, que teima em não aceitar poder ser joguete do que quer que seja, e que se tem visto agora subjugado à tal “coisa”, como se cometesse aqueles “assassinatos” e o próprio suicídio, enquanto sonha ou sonambula.
É o que se chama uma coisa tramada. Não no sentido figurativo. Foi tramada e estamos tramados, de uma maneira ou de outra. Por quem ou por “quens” … soubéssemos nós … Ou será melhor deambularmos pelo território “inocente” das hipóteses, quiçá parvas, todavia certas?
E se for coisa “apenas” da natureza, que tem a capacidade de nos maravilhar e também de nos horrorizar, nesta existência tão precária como é a humana, em que a criatura “desaparece” e tudo continua como se continuasse vivente? Será que a crueldade que vive no subsolo do ser humano é “herdada” da natureza da Mãe Terra ou doutra? Será ela, a natureza, tão perversa ou estará só a lutar pelos seus direitos, eliminando quem lhe fizer frente, tal como o pode ter feito com os dinossauros?
Mais uma hipótese parva, que diferença faz!? Os desvaneios da imaginação não têm limites e a parvoíce também não, porque, ao que parece, ambos são induzidos pela insensatez.

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