sábado, 17 de outubro de 2009


Ninguem nasce leitor. A educação para a leitura inicia-se ainda antes da promessa de leitor abrir os olhos para o mundo. Se a mãe tem por hábito ler em voz alta, essa cadência já está inserida naquele pequeno cérebro pronto a receber trilhiões de informações para os quais vem "apetrechado"; se a mãe tem hábitos de leitura "silenciosos" e introspectivos, porventura, essa aptência estará inerida no ser pequeno ser, algures numa célula cinza ou, quem sabe, tricolor.

Infelizmente, ou talvez não, a aptidão para a leitura não se desenvolve institivamente como o comer ou por mimetismo como o andar ou o falar. Terá que ter como introdução a aprendizagem da leitura, em princípio coincidente com a lingua materna.

Adquirida a competência da leitura tal não torna leitor alguém que aprende a ler e a escrever e aí pode-se ficar pela eliteracia quando essa competência não é treinada suficientemente. E nem sempre é fácil incutir o gosto pela leitura dado não ser possível inseri-lo junto com as vitaminas para a falta de apetite.
Qualquer indivíduo pode sentir-se atraído pela leitura pelos mais diversos motivos

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